quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Ainda regras

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Para não ser injusto e parecer que eu só sento a pua na 3a Edição (e eu faço isso bastante), admito que apesar dos pesares, há duas coisas boas nas regras da 3E. A saber:
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- Livrar-se do THAC0 e da classe de armadura decrescente, dois conceitos que, a meu ver, sempre foram problemáticos. O primeiro porque envolvia matemática desnecessária; o segundo porque não era nem um pouco intuitivo. E, por incrível que pareça, o THAC0 foi um avanço em relação às tabelas de combate da primeira edição...
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No entanto, essa simplificação já havia sido testada nos últimos dias da 2a Edição, em um artigo escrito por Peter Adkison (!!) na Dragon Magazine no. 249 (julho de 1998), onde o autor introduzia os conceitos de Valor de Ataque e Valor de Defesa em substituição ao THAC0 e à Classe de Armadura descrescente.
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Admito que essas sugestões funcionam muito bem, são muito mais intuitivas e simples, principalmente para novatos, e eu as utilizo em todos os meus jogos de AD&D 2E desde então.
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- Enxugar os testes de resistência. Eu nunca entendi porquê raios havia cinco testes de resistência no jogo, alguns deles um tanto quanto redundantes - ora, se Lorde Valdemort ataca meu PC com um raio da morte, não faz muita diferença em termos de jogo se ele utiliza sua varinha mágica ou suas próprias mãos para lançar o feitiço.
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Como gostei muito dos novos testes de resistência, acabei adaptando os testes de Fortitude, Reflexos e Força de Vontade em meus jogos.
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Tudo em nome da simplicidade, elegância e jogabilidade.
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Até a próxima.
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Ricardo

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